Cada aula vira relatório, plano de estudo da semana e prova de que o aluno evoluiu. O professor não preenche nada. A escola não instala nada.
Funciona com o Zoom e o gravador que a sua escola já usa.
A aula particular é a modalidade mais cara que a sua escola vende e a única da qual não sobra nenhum rastro. O que o aluno errou, o que ele já domina, quanto ele falou: nada disso existe depois que a chamada encerra.
Esquece a correção no mesmo dia. Não sabe o que fazer nos seis dias seguintes. E não enxerga progresso, porque evolução em idioma é invisível de dentro.
Recomeça cada aula de memória. Com 30 alunos, não tem como manter o contexto de todos. Quando ele sai, o histórico sai junto.
Não sabe qual professor faz o aluno falar e qual fala sozinho. Descobre a insatisfação no cancelamento, quando já não dá para agir.
O aluno adulto não desiste por falta de tempo. Desiste porque não sente que está andando.
A aula é o único trabalho humano. A partir da transcrição dela, a plataforma escreve, publica e envia o resto, sem ninguém preencher formulário.
Nada é preenchido à mão. Tudo pode ser corrigido à mão.
Ele chega no WhatsApp com o resumo da aula e as correções em texto puro, legível na própria notificação. Quem não abrir nada já recebeu o essencial.
Quem quiser mais toca no link e vê a aula inteira, a lista de vocabulário e a semana de estudo: sem senha, sem app para instalar.
Regra do produto: nenhuma ação do aluno pode custar mais de um toque a partir do WhatsApp.
Toda ferramenta pedagógica morre no mesmo lugar: ela pede que o professor preencha alguma coisa depois da aula. Com 30 alunos por semana, ninguém preenche na terceira semana.
O aluno vê onde começou, onde está e a que distância fica a meta do plano dele. Não é opinião do professor: sai medido da própria aula.
Medimos quanto tempo o aluno falou contra quanto o professor falou. Em aula particular, professor ocupando dois terços da hora é sintoma, e ninguém media isso.
A lista dos erros que ele parou de cometer, com a data em que pararam. Convence mais que qualquer gráfico, porque o aluno não percebe sozinho.
Reavaliado a cada 6 aulas a partir da fala real, não de prova. Sobe sozinho; para descer, o professor precisa concordar.
Queda de frequência, satisfação em baixa, aluno que parou de abrir os relatórios, progresso travado há três avaliações. Sinais que existiam e ninguém conseguia juntar.
A plataforma junta, age no que dá para agir sozinha e leva até você só o que precisa de telefonema ou de dinheiro.
Meta operacional do produto: no máximo 5 decisões por mês chegando ao gestor. Acima disso, a ferramenta está empurrando trabalho em vez de tirar.
Qual professor faz o aluno falar mais. Quais alunos evoluem acima do esperado e por quê. Se o material está no nível certo. Quanto tempo de aula virou explicação em português.
Perguntas que hoje se responde por impressão.
Teste de nivelamento público no site da escola. O visitante descobre o nível dele em 8 minutos e entra na sua lista já classificado, pronto para a aula experimental.
Mesmo Zoom, mesmo horário, mesmo professor, mesmo método. A plataforma lê a gravação que já existe. Se a escola ainda não grava, é uma configuração de conta.
Não há tela nova para aprender, porque não há tarefa nova. Ele recebe o brief e dá aula. O onboarding leva 15 minutos e é sobre o que ele deixa de fazer.
Tudo chega no WhatsApp que ele já usa. Link sem senha. Nenhum aplicativo, nenhum cadastro complicado, nenhuma senha esquecida para o atendimento resolver.
Duas portas de entrada, um motor só. A escola coloca a plataforma para rodar; o aluno decide se quer a camada de inteligência que acompanha a evolução dele.
A escola recebe a camada de operação: brief do professor, sinal de risco e o painel de gestão. Um valor fixo pela equipe, não por aluno. O acompanhamento personalizado de cada aluno é assinatura do próprio aluno.
As primeiras escolas entram com uma condição de fundador.
Todo aluno entra sem pagar nada. O plano com inteligência artificial destrava o acompanhamento personalizado, e o aluno decide se quer.
O aluno assina direto, sem depender do que a escola contrata. Valor simbólico.
Por que a conta não é a do sistema de gestão escolar. Software de secretaria organiza matrícula e boleto, e por isso custa poucos reais por aluno. Aqui a conta é outra: um aluno de idiomas vale cerca de R$ 6.150 de mensalidade ao longo do curso. Um aluno que não cancela paga a plataforma para muitos outros.
Permanência de 13 a 24 meses e ticket médio do setor (R$ 341,94/mês) são dados da ABF, Diagnóstico Setorial de Educação. O LTV usa a permanência da ABF.
O aluno consente antes da primeira aula, em blocos separados que ele pode revogar um a um. Menor de idade exige autorização do responsável.
Quem recusa a gravação continua tendo aula normalmente: só não recebe relatório. Privacidade não vira barreira de matrícula.
Toda vez que alguém abre uma gravação, fica registrado quem foi e por quê. O aluno pode pedir esse registro a qualquer momento.
Gravação por 90 dias, transcrição por 24 meses. Prazos configuráveis pela escola.
A plataforma nunca conclui condição de saúde a partir do jeito que o aluno fala. Adaptação de aula existe porque a família declarou, com consentimento específico.
Não, e o produto é desenhado contra isso. A prática entre aulas só treina o que o professor já deu: ela não ensina conteúdo novo. Se a plataforma virasse professor de inglês, o aluno logo descobriria que não precisa da mensalidade, e a escola perderia o cliente para a própria ferramenta.
É o risco mais sério e ele guiou várias decisões. O assistente do professor não reporta nada ao gestor. A auditoria de aula é sorteada, não escolhida a dedo. E os critérios de alerta são públicos e iguais para todos. Professor que sente perseguição abandona a ferramenta na primeira semana.
Não. A plataforma lê a gravação do Zoom ou do gravador que a escola já usa. Se ainda não houver gravação ativa, na maioria dos casos é só uma configuração da conta que vocês já pagam.
O relatório não sai, e isso aparece em vermelho para quem precisa ver, nunca escondido em log. O professor pode subir o áudio depois ou escrever um resumo à mão, que sai marcado como manual. A plataforma funciona sem IA: só custa tempo de professor, que é justamente o que ela existe para evitar.
Tudo o que ela escreve pode ser corrigido por quem tem permissão, e a correção vale na hora, sem passar por aprovação de ninguém. Cada correção fica guardada e é usada para melhorar o sistema. Medimos a taxa de correção como indicador de qualidade: se subir demais, o problema é nosso e nós resolvemos.
Hoje não. O produto é feito para aula particular, onde a fala de cada aluno é distinguível e o acompanhamento é individual. Turma entra depois.
O aluno entra de graça e usa o essencial sem pagar nada. O plano com inteligência artificial, que destrava o relatório de cada aula, a trilha da semana e o tutor, é uma assinatura de valor simbólico, e o aluno decide se quer. A escola paga uma mensalidade fixa pela camada de operação, dimensionada pelo tamanho da equipe, não por aluno. Detalhes na seção de planos.
Não para entrar. A agenda, o conteúdo da escola, os flashcards e a régua de evolução são gratuitos para sempre. O que a assinatura destrava é a camada de inteligência artificial: o relatório de cada aula, a trilha personalizada da semana e o tutor. O aluno assina direto, sem depender do que a escola contrata.
As primeiras escolas entram com uma condição de fundador e a gente configura, acompanha e mede junto, na sua operação, com os seus professores.
O começo é uma conversa: a gente entende como a sua escola trabalha e mostra a plataforma rodando com a sua cara. É assim que o produto fica bom.
Não precisa trocar nada da operação para começar. Se sua escola grava as aulas, começa na semana seguinte.
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